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2019-08-27

E que tal um Benfica em 4-3-3?

E que tal um Benfica em 4-3-3?
Sem Jonas e sem João Félix, a posição de 9,5 com criação genial no espaço entre-linhas deixou pura e simplesmente de existir. O decréscimo de criatividade foi abrupto no futebol do Benfica. Os avançados Seferovic e De Tomás são muito iguais e não se complementam. Para mim, era uma questão de tempo até Lage apostar em Chiquinho e desfazer esta dupla, acrescentando alguma da criatividade em falta. A lesão grave de Chiquinho é portanto uma péssima notícia para o Benfica. Se a isto somarmos a prolongada ausência de Gabriel, que é o médio defensivo com mais ideias do plantel, percebe-se que o Benfica está muito limitado ao nível de jogadores capazes de pensar fora da caixa. Só Pizzi exibe o epíteto de 'criativo'.

Lage precisa então de inovar e mudar a forma como o Benfica quer atacar. Se não entrar um segundo avançado de qualidade (Jota estará já preparado?), não sei se esta mudança não devia implicar também a alteração do sistema de jogo, do 4-4-2 para o 4-3-3. Não sei se não seria boa ideia apostar em Pizzi para o corredor central, por exemplo, ao lado de Taarabt (e mais Florentino ou Gabriel a 6, num meio-campo a três). Não sei se não seria boa ideia resgatar o talento esquecido de Zivkovic para a ala direita. Não sei se não seria boa ideia promover Carlos Vinícius a 9 titular.

Uma coisa é certa: este 4-4-2 com Seferovic e De Tomás nunca se vai sequer aproximar daqueles que tinham Jonas ou Félix. Por isso, ou chega alguém diferente dos avançados existentes, que dê mais futebol de apoio e criatividade nas entre-linhas; ou o caminho é mudar para um sistema que consiga incorporar essa criatividade noutras posições.
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Sporting capaz de lutar pelo título?

Sporting capaz de lutar pelo título?
Em pezinhos de lã mas a verdade é que o Sporting é líder do campeonato a par do surpreendente Famalicão. E com alguns jogadores em particular evidência. Luciano Vietto já começou a mostrar a sua tremenda criatividade. Um segundo avançado de grandíssima qualidade para o contexto do futebol português, que mesmo jogando a partir da esquerda, consegue marcar diferenças. Bruno Fernandes continua igual a si próprio: magnífico! E Raphinha (que golão ao Portimonense!), embora não seja extraordinário nas decisões que toma, tem talento e capacidade de desequilíbrio em lances individuais, além da apetência para finalizar. Não sei se dará para a luta pelo título. Há posições que requerem reforço, sobretudo médio-defensivo e avançado. Mas se Bruno Fernandes ficar em Alvalade, a equipa de Marcel Keizer pode pelo menos ser competitiva e mostrar um futebol de qualidade.
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2019-08-26

Sporting vence Portimonense e é líder à condição

Sporting vence Portimonense e é líder à condição
O Sporting venceu esta tarde em Portimão por 3-1 e é líder da liga à condição, com 7 pontos, sendo certo que ficará à frente de Benfica e FC Porto, que têm 6 pontos cada um. Em pezinhos de lã e com grande desconfiança por parte dos seus adeptos, a verdade é que a equipa comandada por Marcel Keizer segue na liderança da liga portuguesa.

Foi um jogo em que o Sporting se mostrou sempre superior, apesar da arbitragem polémica de Carlos Xistra, a prejudicar claramente os 'leões'. Raphinha foi a grande figura da partida ao apontar dois golos, o primeiro dos quais num remate espectacular. Luíz Phelippe marcou o outro tento sportinguista, tendo apenas que encostar uma excelente assistência de Bruno Fernandes. Rómulo, de penalty, apontou o único tento da formação de António Folha.

Vietto actuou no apoio ao ponta de lança, derivando também algumas vezes para a esquerda, e foi uma boa surpresa. Muito bom a explorar o espaço entre-linhas, criativo a dar soluções inesperadas à sua equipa, tecnicista, inteligente. Parece-me que pode ser um dos melhores jogadores desta temporada em Portugal.
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Carrossel Total

Carrossel Total
Hummels é um 10 que joga a central. Com o tempo, o futebol deixará de vez os conceitos físicos e passará a acolher os mais inteligentes em detrimento dos mais fortes, mais altos ou mais rápidos.

No entanto, ainda faltam cumprir muitos passos até que o jogo possa atingir o seu potencial máximo, esse dia em que os 10 jogadores de campo sejam simultaneamente defesas centrais, laterais, médios defensivos, médios organizadores, interiores, extremos, avançados móveis e ponta-de-lança.

E quando os 10 forem tudo isso, rodando por posições ao longo do jogo de forma natural, então deixarão de ser atacantes, médios e defesas e passarão a ser, apenas e na sua total plenitude, jogadores de futebol.
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2019-08-25

A melhor análise ao Benfica × FC Porto que vais ler

Foi um banho de bola do FC Porto em pleno Estádio da Luz! A superioridade portista foi tal que não há outra forma de descrever o 2-0 com que o FC Porto recuperou os três pontos na tabela relativamente ao campeão nacional. O futebol não é uma ciência exacta. O Benfica, que estava num momento de grande fulgor, foi completamente anulado por um FC Porto que há pouco tempo perdera a possibilidade de estar na Champions frente ao Krasnodar e perdera em Barcelos com exibições miseráveis.

Foi um FC Porto controlador e mandão que se apresentou em campo. Quando digo que o FC Porto tem obrigação de jogar um futebol muito mais diversificado e paciente, é em jogos como o de ontem que estou a pensar. A equipa de Sérgio Conceição não entrou para ser passiva, esperar o erro e apostar depois na profundidade e no jogo directo. Entrou para ter a bola e para ter a iniciativa do jogo. O pressing em zonas altas e a fortíssima reacção à perda revelaram uma equipa mais audaz e pró-activa. O FC Porto consegue jogar como equipa grande, em posse de bola e no meio-campo adversário, sem querer apenas apostar na velocidade como se não houvesse amanhã. Foi por ter sido mais sereno, mais inteligente e menos sôfrego que o FC Porto conseguiu ser dominador e deixar o Benfica de Bruno Lage desconfortável, pois retirou-lhe as rotinas e dinâmicas habituais.

Os azuis e brancos tiveram vários períodos de domínio sem que o Benfica tivesse capacidade para o contrariar. O Benfica acabou o jogo com uma ligeira vantagem na posse de bola, mas graças apenas ao assalto final em desespero, após o 0-2. Até ao segundo golo, o FC Porto foi dono e senhor das operações, com óptimas prestações da dupla Danilo/Uribe no miolo, a que se juntou Romário Baró (cada vez mais maduro o menino) por dentro, a dar superioridade numérica no corredor central. Além dos golos, contei mais cinco oportunidades claríssimas de golo: duas de Díaz, uma de Zé Luís, um lance em que Vlachodimos deixa a baliza deserta e aquele falhanço inadmissível de Marega, completamente isolado face ao guarda-redes. O Benfica, por sua vez, esteve irreconhecível e só num lance de Seferovic conseguiu importunar Marchesín. No resto, foi um futebol mastigado e inconsequente. Apenas 6 remates (um enquadrado), contra 11 do FC Porto (5 enquadrados).

A incapacidade do Benfica penetrar no bloco portista e explorar as entre-linhas através de Pizzi e Rafa foi gritante. O FC Porto esteve de tal modo compacto e foi de tal modo agressivo que o Benfica nunca conseguiu fazer o que habitualmente faz no momento ofensivo. Isto gerou perdas de bola demasiado cedo, em que ainda não estava equilibrado o suficiente. A quantidade de vezes que o FC Porto conseguiu sair da pressão e invadir o último terço só com a linha defensiva encarnada pela frente foi assustadora. Com melhor capacidade de decisão e definição dos portistas, o resultado poderia ter sido bem mais dilatado!

O colectivo do FC Porto foi fortíssimo. Não consigo dizer quem foi o melhor em campo, pois houve várias unidades com um rendimento elevado e o segredo esteve na organização colectiva como um todo homogéneo. Foi o colectivo que fez ressaltar as individualidades e não o contrário. De repente, parece que os jogadores do FC Porto são magníficos e os do Benfica são fraquinhos. Chama-se superioridade colectiva! Como referi, Danilo e Uribe foram imensos no miolo e com a ajuda de Romário, superiorizaram-se por completo a Florentino e Samaris, que não foram ajudados por Pizzi no corredor central. Luís Díaz foi o jogador portista mais capaz com bola e que mais desequilíbrios causou, ganhando óptimos espaços para si e para os colegas. Zé Luís também esteve bem na sua missão de segurar a bola e deixar a equipa respirar, tendo marcado um golo de sentido de oportunidade. Marega foi igual a si próprio no melhor e no pior: bem na velocidade com que atacou a profundidade e conquistou espaços prometedores, mal na definição da maioria dos lances. A equipa funcionou tão bem que a linha defensiva poucos problemas enfrentou. Até Corona esteve muito bem do lado direito da defesa. Será que temos ali um lateral de eleição? Ou a sua boa exibição deve-se muito mais ao colectivo que nunca o deixou sozinho diante de Rafa sem as devidas coberturas?

Para quem gosta de avaliar jogadores isoladamente do modelo de jogo e do desempenho colectivo, esta deixa de Corona é paradigmática. Quando vejo comentários de que este ou aquele jogador não é bom defensivamente, é pouco intenso, é pouco comprometido, dá-me urticária, confesso. Corona ontem esteve defensivamente irrepreensível (e a atacar também). Faz parte das suas melhores características? Não. Mas o colectivo a funcionar, proporcionou-lhe essa competência. Arrisco a dizer que com o colectivo a comportar-se assim, Manafá, Saravia ou Tomás não iriam também eles sentir grandes problemas.

Outro dado interessante é o número de faltas. Há muita gente que acha que agressividade é disputar todas as bolas com dureza, correr muito, cerrar os dentes. Pois bem, o FC Porto acabou o jogo com 12 faltas cometidas, menos 3 que o Benfica. Agressividade não é mais que uma correcta ocupação dos espaços, disponibilidade mental para chegar primeiro ao espaço devido, antecipar os acontecimentos, concentração e foco no que há para fazer em cada momento do jogo. Não é correr ou bater muito! Uma equipa não precisa de tanques de guerra nem carros de combate, precisa de gente que perceba o jogo e tenha a mentalidade certa.

O FC Porto realizou a melhor exibição na Luz talvez da última década! Ganhou o jogo porque foi muito melhor. E conseguiu fazê-lo não apenas através de aspectos em que sempre foi bom com Sérgio Conceição, como o ataque rápido e a exploração da profundidade, mas também com comportamentos que contrastam com o ideário habitual do treinador, como foram a paciência, a vontade e capacidade para ter a bola mais tempo e com isso controlar melhor os ritmos do jogo e consequentemente a equipa adversária. O FC Porto jogou como aqui tenho defendido várias vezes que deve jogar. Com um modelo de equipa grande. E se conseguiu fazê-lo contra o campeão nacional, por que não o faz de modo sistemático?
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2019-08-23

Melhor 11 actual de Portugal

Melhor 11 actual de Portugal
Aos dias de hoje, este é para mim o onze mais forte que Portugal pode apresentar. Em 4-1-3-2! Craques por todo o lado! Um onze ao nível dos melhores do mundo!

Na baliza, Rui Patrício é indiscutível.

No sector defensivo, a lateral direita tem um vasto leque de óptimas possibilidades, mas eu fico-me com Nélson Semedo, secundado por Cancelo. Na esquerda, Raphael Guerreiro. E no centro da defesa, os dois benfiquistas Rúben Dias e Ferro.

A pivot defensivo, aposto em RúbenNeves, na minha opinião o melhor 6 português desde Paulo Sousa. Depois, três médios mais ofensivos, com Bernardo Silva à direita, Rafa à esquerda e Bruno Fernandes ao meio.

E na frente, o menino-prodígio João Félix, acompanhado pelo astro Cristiano Ronaldo.

Qual é o teu onze ideal de Portugal?

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Zé Luís no clube dos hat-trick's no FC Porto

Zé Luís no clube dos hat-trick's no FC Porto
Uma das muitas dúvidas que já devem ter desaparecido da cabeça de Sérgio Conceição com vista ao clássico com o Benfica, na Luz, sábado, é a composição do ataque. Se o poderio do adversário ainda poderia contribuir para que o treinador do FC Porto optasse por um 4x3x3 mais clássico, com Marega ao meio e um extremo capaz de cobrir defensivamente o corredor direito, os três golos de Zé Luís ao Vitória FC terão inviabilizado essa ideia mais conservadora: além de ser a melhor opção que o treinador tem para o lugar de ponta-de-lança, o avançado cabo-verdiano é um dos 67 jogadores em toda a história do clube a ostentar no ombro a insígnia do hat-trick.

O próprio Zé Luís não fazia um hat-trick desde Abril de 2015, quando assinou os três golos do SC Braga de um certo Sérgio Conceição na vitória por 3-0 sobre o Rio Ave, na primeira mão das meias-finais da Taça de Portugal. Depois, lesionou-se na segunda mão e acabou por não estar disponível para a final, último jogo do treinador em Braga, saldada por uma derrota nos penaltis com o Sporting. Na Liga, porém, este foi o primeiro hat-trick de Zé Luís, jogador que chegou a Portugal vindo do Batuque para alinhar nos juniores do Gil Vicente, em 2009, e que depois, a nível sénior, representou a equipa de Barcelos, o SC Braga, os húngaros do Videoton e os russos do Spartak Moscovo.

Além disso, os três golos de Zé Luís ao Vitória FC foram o primeiro hat-trick de um jogador do FC Porto na Liga desde que, a 18 de Janeiro deste ano, o agora caído em desgraça Soares abriu com três tentos em nome pessoal uma vitória por 4-1 sobre o GD Chaves, em Trás-os-Montes. Zé Luís foi o 67º jogador portista a assinar um hat-trick na Liga, intrometendo-se numa lista onde faltam alguns dos mais notáveis avançados que o clube teve nos últimos anos, como Hulk, Falcao, Lisandro López, Farias, Pena ou Hélder Postiga. Nenhum destes foi alguma vez além do bis, servindo como atenuante o facto de marcar três golos num só jogo já não ser tão fácil como era nos primórdios do futebol: só 13 dos 198 hat-tricks da história do FC Porto na Liga (6,6%) ocorreram nas 19 épocas deste século, ao passo que 74 (37,4%) foram obtidos nos primeiros 19 campeonatos.

O bi-Bota de Ouro, Fernando Gomes, é o líder destacado desta lista de "hat-tricks" com a camisola portista, tendo marcado 29 nas 13 temporadas em que vestiu de azul e branco. Fez o primeiro (que, aliás, até foi um póquer) a 30 de Março de 1975, num 6-1 ao Farense, no São Luís, em Faro, e o último mais de 13 anos depois, a 29 de Maio de 1988, num 4-0 ao mesmo adversário, mas desta vez nas Antas. Depois da saída de Gomes, rumo ao Sporting, a lista de hat-tricks pelo FC Porto já não é assim tão concorrida. Nela figuram jogadores incontornáveis, como Rui Águas (dois, em 1989), Domingos (três, de 1989 a 91), Kostadinov (dois, em 1994), Edmilson (um, em 1996), Jardel (dez, de 1996 a 2000), Deco (um, em 2001), McCarthy (três, de 2002 a 2004), Derlei (um, em 2003) ou Jackson (um, em 2013), mas também passageiros de ocasião, como Mihtarski (um, em 1991), Kléber (um, em 2012), Tello (um, em 2015), Jota (um, em 2016), Aboubakar (um, em 2017) ou o já referido Soares.

Mesmo tendo assinado um hat-trick puro (três golos consecutivos), num aspeto Zé Luís ficou bem longe do recorde do clube: o seu hat-trick levou 52 minutos a ser consumado. Foi esse o tempo que mediou entre o primeiro golo, aos 11', e o terceiro, aos 63'. O recorde do clube foi estabelecido e nunca batido por Correia Dias, a 31 de Maio de 1942, quando o atacante marcou seis dois nove golos com que o FC Porto despachou o Olhanense, estando três deles concentrados num período de cinco minutos: aos 46', 48' e 50'. Gomes, por exemplo, fez por duas vezes hat-tricks concentrados em oito minutos (das duas vezes ao Farense, também), mas este foi um recorde que não conseguiu superar.
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2019-08-22

As Bolas de Ouro que ficaram por entregar

As Bolas de Ouro que ficaram por entregar
No nosso país contamos com 3 futebolistas que conseguiram arrecadar o mais conceituado prémio do mundo do futebol! Obviamente que falamos da Bola de Ouro!

Os seus três vencedores são geracionais. Eusébio em 1965, Luís Figo em 2000 e Cristiano Ronaldo em 2008, 2013, 2014, 2016, 2017! E durante esta seca entre Eusébio e Figo, alguém esteve capaz?

Sem dúvida que houve excelentes jogadores que lideraram clubes e seleções, entre as demais gerações. Poderia enumerar vários casos, mas para evitar os "mal-entendidos" irei deixar para com o vosso raciocínio, quais foram os que se perderam, ou os que tiveram infortúnios na sua caminhada.

Entre espectáculos e recitais dentre os quais perante a folia se evaporam brincos! Entendedores entenderão… Desta vez irei ser mais concreto e objetivo e nomear quem esteve muito perto de vencer este conceituado prémio ( Bola de Ouro), sem me alongar em "memórias".

É fácil de relembrar que Eusébio tirou por outras vezes um segundo, quarto, quinto, etc. Dentro destes feitos, idênticos, também Luís Figo e Cristiano Ronaldo estiveram por vezes no top 5, alcançando até o segundo lugar. Vários portugueses, ao longo dos anos, estiveram nos 30 nomeados, jogadores do Porto, Benfica, Sporting ou mesmo Boavista. Não esquecendo que dentro desta "árvore" ainda podemos contar com portugueses que jogavam no estrangeiro, ou estrangeiros que jogaram em clubes portugueses!

E para além destes 3 consagrados, quem mais esteve perto de vencer? Paulo Futre em 1987, ao serviço do Porto e do Atlético de Madrid, viria a ficar em segundo lugar, somente perdendo para o holandês Ruud Gullit! O mesmo se viria a passar com Deco ( Porto e Barcelona) em 2004, ao perder também para Andriy Shevchenko! Por curiosidade, ambos perderam para jogadores do AC Milan! Ambos não passaram da " Bola de Prata", no entanto estiveram tão perto… Em 1984, o ídolo de Paulo Futre, Fernando Chalana, ao serviço do Benfica ficaria em 4º lugar!

Qual a reflexão que se pode traduzir destes dados? Facilmente se percebe que os feitos de Eusébio dificilmente serão repetidos! Não vejo um jogador conseguir erguer este troféu, enquanto representante de um clube português. Seja este luso ou estrangeiro!

Se já na era de Chalana, Futre ou Deco foi complicado. Agora surge como uma meta impensável. Não seria um exagero o Futre vencer em 1987! Não seria um exagero o Deco vencer em 2004! Não seria um exagero o Chalana fazer parte do top 3 em 1984!

Por muito que goste de jogadores como Gullit, uma referência futebolística para mim, não podemos fechar os olhos a certas situações. A não ser que surja um fora de série que vença tudo e mesmo o "impossível", este enredo nunca irá mudar!
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2019-08-21

A inflação do mercado segundo CR7

A inflação do mercado segundo CR7
"Como está o futebol hoje em dia? É difícil de calcular quanto eu valeria. Hoje aposta-se muito no potencial e a indústria do futebol está diferente. Vou meter o caso do Félix à parte. Hoje em dia qualquer jogador vale 100 milhões, mesmo sem provas dadas. Há mais dinheiro no futebol... Um central e um guarda-redes valem 70, 80 milhões... Não concordo. Mas este é o mundo em que vivemos, o mercado é assim, há que respeitar. Se eu tivesse 25 anos... Se um guarda-redes vale 75 milhões de euros, um jogador que faz o que eu faço nos últimos anos tem de valer 3/4 vezes mais. Fácil. Mas já não tenho essa ilusão".

O que Cristiano Ronaldo pensa é aquilo que qualquer pessoa sensata pensa também. O mercado futebolístico está completamente inflacionado e a praticar valores absurdos, fora de controlo quase. Mas era expectável que com o negócio Neymar de 222 milhões de euros, aquando da sua transferência do FC Barcelona para o Paris SG, o mercado ficasse assim...
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Obrigado Wesley Sneijder

Obrigado Wesley Sneijder
É mais um grande nome do futebol que se aposenta. Depois de Van Persie e Arjen Robben terem anunciado o fim das suas carreiras futebolísticas (Maio e Julho deste ano), Sneijder também se junta ao duo que tantas vezes "destruiu" defesas adversárias. 35 anos depois o holandês decide iniciar o seu descanso depois de anos glórios em grandes clubes europeus.

Para trás deixa um histórico invejável para qualquer jogador de futebol. Foram mais de 710 jogos e 189 golos marcados durante 17 anos de carreira. O palmarés? Enormíssimo e que será referido mais à frente.

Seis clubes representados em toda a sua carreira: Ajax, Real Madrid, Inter de Milão, Galatasaray, Nice e Al-Gharafa. A estes não nos podemos esquecer dos 15 anos na Seleção Holandesa, a tão conhecida "Laranja Mecânica". O seu ponto alto foi a final do Mundial 2010 em que saiu derrotado pela Espanha. Retirou-se no ano passado com 133 jogos nas pernas, detendo assim o recorde do jogador com mais internacionalizações pelo país. Os 31 golos marcados fazem-no fechar o Top-10 dos mais goleadores de sempre.

Sneijder não é um desconhecido no mundo do futebol mas à sua grandiosidade nunca foi reconhecida devidamente. Talvez um título internacional pela sua Seleção ter-lhe-ia dado outra visibilidade.

É um tema que hoje em dia ainda é discutido pelos amantes do futebol. Uns dizem que nesse ano o holandês foi o melhor da seleção vice-campeã do Mundial (a par de Müller foi o melhor marcador com cinco golos) e do Inter treinador por José Mourinho que venceu Liga dos Campeões, Campeonato Italiano e Taça de Itália. Outros assumem que o nível individual de Messi era superior e merecedor desta distinção. Na verdade, os primeiros são os que têm mais razão, na minha opinião. Merecia pelo menos estar no top-3, algo que não se veio a suceder pois foi 4º com 14,48% dos votos. Messi foi 1º com 22,65%, Iniesta 2º com 17,36% e Xavi 3º com 16,48%. Estes votos foram atribuídos por treinadores e capitães de equipa.

Se o formato da atribuição da Bola de Ouro fosse igual ao de 2009 (votos só de jornalistas), Sneijder teria vencido, Iniesta seria 2º, Xavi 3º e Messi 4º. Mesmo não conseguindo a premiação máxima, o holandês fez parte da Equipa do Ano da UEFA.
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Uma muralha chamada Marchesín

Marchesín
Chegou, viu e assumiu!

Agustín Marchesín, internacional argentino, aterrou no Dragão já com a época em andamento e não só se assumiu como titular indiscutível como se tem cotado como um dos mais destacados elementos do FC Porto! Surgiu envolto em algumas dúvidas. Perguntava-se por que um jogador já com 31 anos ainda não havia dado o salto para o futebol europeu, como se na América não houvesse jogadores de grandíssima qualidade que por lá fiquem...

Quatro jogos e quatro óptimas exibições depois é já uma referência, tais as capacidades que vem demonstrando. Na minha opinião, estamos perante o melhor guarda-redes a actuar em Portugal, sem discussão! E posso dizer que após Vítor Baía, nenhum outro no FC Porto inspirou tanta confiança nem segurança em tudo aquilo que envolve o trabalho de um guarda-redes. Nem Helton, nem Casillas!

Sofreu 5 golos, é verdade! Em nenhum teve responsabilidade. Mas chegarão golos onde poderia ter feito melhor, alguns 'frangos' também certamente. Faz parte da sina de quem se aventura a jogar na baliza. E não ficará pior por isso, embora esteja sujeito à crítica. Mas é daqueles que não engana! A postura e maturidade que denota numa realidade diferente onde acabou de chegar, é elucidativa da sua personalidade e qualidade. Tem pinta de líder! Com os pés, mostra-se sempre assertivo e sereno, ajudando a equipa no início da construção e no controlo da profundidade. Entre os postes tem sido um gigante, uma autêntica muralha, com defesas providenciais em todos os jogos. É daqueles que valem pontos, vitórias e títulos. É elegante, seguro, tem escola.

Às vezes chegam jogadores muito conhecidos que pouco rendem. E outros como Marchesín, pouco conhecidos que se tornam uma tremenda surpresa. O promissor Diogo Costa vai ter de esperar...
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2019-08-18

Félix entra a ganhar na La Liga

Félix entra a ganhar na La Liga
João Félix estreou-se hoje na La Liga com a camisola do Atlético Madrid, com uma vitória por 1-0 frente ao Getafe. Um jogo cheio de incidências, com duas expulsões e um penalty falhado por Morata (autor do único golo da partida), na sequência de uma jogada monumental de João 'Mágico' Félix, em que arranca ainda no meio-campo defensivo, passa por 3 jogadores e só pára na área adversária, por falta do defesa. O Atlético foi superior e mais dominador, o Getafe deu boa réplica, mas o resultado acaba por se justificar. Félix até nem esteve muito em jogo, mas sempre que aparece, a sua genialidade e talento ficam bem vincados. Um craque de nível mundial, um Bola de Ouro em potência!
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Bas Dost vai fazer muita falta!

Bas Dost vai fazer muita falta!
O Sporting resolveu negociar o seu melhor avançado centro, o internacional holandês Bas Dost, por cerca de 9 M€. Para mim, este é um erro crasso. Primeiro, porque Dost é um 9 diferenciado no contexto do futebol português. Não há muitos pontas de lança com tamanha qualidade e tão elevada veia goleadora. Segundo, porque o valor envolvido não é nada de extraordinário tendo em conta as quantias que se praticam actualmente no mercado. E terceiro, porque há uma escassez de opções para essa posição específica. Sem Bas Dost, o único 9 de raíz passa a ser somente o brasileiro Luiz Phelippe. Muito curto para um candidato ao título. É urgente o Sporting ir ao mercado contratar um 9 de qualidade para oferecer a Marcel Keizer.
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Benfica vence Belenenses SAD com Rafa e Pizzi em grande

Benfica vence Belenenses SAD com Rafa e Pizzi em grande
A 6 de janeiro de 2019, Bruno Lage subia ao estádio de Luz para o seu primeiro jogo enquanto treinador do Benfica. Conseguiu uma vitória, frente ao Rio Ave, por 4-2, e, partir de então, na Liga portuguesa, somou, em 20 jogos, 19 vitórias e... um empate.

A 11 de março de 2019, também na Luz, o Benfica de Lage perdia os primeiros - e únicos - pontos com o novo treinador, num empate a dois golos, frente ao - adivinhou - Belenenses SAD de Jorge Silas.

Os azuis do Jamor eram, até este sábado, a única equipa da Liga que o Benfica ainda não tinha suplantado e a verdade é que, durante grande parte do jogo desta noite, a tarefa pareceu muitíssimo difícil.

Montada num versátil 3-2-3-2, a equipa de Silas dificultou ao máximo a vida do campeão, particularmente em termos defensivos, já que poucas vezes conseguiu assustar Odysseas, apesar dos longos períodos em posse da bola.

Na 1ª parte, o Benfica - que manteve exatamente o mesmo onze que goleou o Paços de Ferreira na 1ª jornada - até teve algumas oportunidades de golo, particularmente nos pés de Seferovic, mas o avançado suíço teve uma noite para esquecer ao nível da eficácia ofensiva.

Quem teve uma noite para recordar foi Rafa, sempre o mais desequilibrador do Benfica, assim como o seu parceiro da ala oposta, Pizzi. De resto, o meio-campo do Benfica teve pouco protagonismo, muito devido à presença (ou falta dela) de Samaris, que pouco acrescentou em termos ofensivos à equipa.

Do outro lado do campo, apesar de ter Kikas e Licá como avançados, o Belenenses SAD raramente conseguiu assustar Odysseas, com exceção para um lance que encerra a 1ª parte, quando Rúben Dias escorrega e falha o domínio da bola e Kikas fica isolado em frente ao guardião benfiquista - mas Odysseas faz uma excelente defesa com o braço esquerdo.

Os adeptos tiveram de esperar até aos 58 minutos - depois de uma entrada forte do Benfica na 2ª parte - para ver um golo. Depois de uma grande combinação na área entre Pizzi e Rafa, foi este último a rematar para o 1-0, aliviando a pressão.

O golo teve o condão de levar o Belenenses SAD mais para a frente, com a equipa de Silas a procurar instalar-se no meio-campo adversário e, aí sim, a assustar o Benfica. Aos 79 minutos, após um cruzamento para a área visitante, Nuno Tavares falha o corte e Vélez, só com Odysseas pela frente, falha o alvo.

Já com Chiquinho em campo, por troca com RDT, o ataque do Benfica voltou a ganhar fulgor e foi precisamente Chiquinho a oferecer o golo a Seferovic - mas o lance acabou anulado por fora de jogo.

Logo a seguir, nos minutos finais, chegaria então a confirmação da vitória: Rafa, na área, solta para Pizzi e o médio faz o mesmo que o colega já tinha feito - remata para golo.

No final, 2-0 e o Benfica mantém o registo 100% vitorioso na Liga (e Lage vence a única equipa que ainda não tinha vencido), mesmo antes de receber o FC Porto, na Luz.
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Zé Luís em alta na goleada ao Vitória Setúbal

Zé Luís em alta na goleada ao Vitória Setúbal
Se haviam algumas dúvidas sobre  a contratação de Zé Luís, elas ficam fechadas nesta fase. Quatro golos nos últimos dois jogos e, nesta partida, uma exibição de grande nível. Três golos à ponta de lança e de um jogador que mostra argumentos nas várias ações ofensivas do jogo. Carimbou o seu lugar no 11 e é a grande arma dos dragões para o clássico contra o Benfica. Por outro lado, Marchesín mostrou novamente que é uma verdadeira muralha. Defesas providenciais em momentos importantes, e nesta altura já ninguém discute a qualidade do sucessor de Iker Casillas. Romário Baró é um diamante em bruto, por lapidar. Corona a lateral direito e sempre com uma qualidade técnica diferenciada.

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2019-08-17

Como vai o FC Porto sair da crise?

Como vai o FC Porto sair da crise?
A época ainda agora começou e as perdas já parecem irreversíveis. Uma entrada em falso no campeonato, com uma derrota surpreendente em Barcelos, foi só o início do descontentamento portista.

Quando tudo parecia encaminhado para os dragões marcarem presença na próxima pré-eliminatória da Liga dos Campeões, eis que surge mais um percalço. Uma derrota em casa frente ao FK Krasnodar, equipa fundada há cerca de onze anos. Uma derrota pesada, não só pelos números, mas pelas conclusões que se podem tirar.

Uma defesa que parece não ter norte, um meio-campo sem criatividade e um ataque sem pontaria. É o resumo de um dos piores arranques de temporada da história do FC Porto.

O treinador Sérgio Conceição assumiu posição e disse prontamente que não é um problema para o clube. Se é ou não é, trata-se de uma questão que depende da perspetiva, mas o que é certo é que há ideias de jogo e jogadores que não têm correspondido. A equipa está diferente, o modelo de jogo tem de se adaptar às valências de cada um, mas falta entrosamento, qualidade e, acima de tudo, vontade de fazer a diferença.

Em todos os setores há problemas, há baixas e há falta de rendimento, mas o ataque tem tido destaque.
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2019-08-16

A humildade e a classe de Bruno Lage

A humildade e a classe de Bruno Lage
"Temos de olhar para o panorama do futebol português: não nos podemos esquecer do percurso do FC Porto na Liga dos Campeões nos últimos 20 anos, que foi a equipa que mais pontuou para ainda termos uma equipa directa na fase de grupos. Nós também temos de ter essa responsabilidade."

Além de um grande treinador, está aqui um grande homem! São precisas mais pessoas destas no futebol português. Pessoas que valorizam o jogo, aquele que se passa dentro do campo, que fogem a polémicas e temas que só puxam o futebol luso para baixo, que respeitam os adversários, que servem de exemplo para todos quantos acompanham este fenómeno.

Muita gente diz que só quando surgirem as derrotas e ele sentir as primeiras dificuldades e sair do estado de graça em que se encontra desde que substituiu Rui Vitória, é que se vai ver a sua verdadeira personalidade. Talvez aí adopte um discurso mais inflamado e menos desportivo. É um facto que quando se ganha, é mais fácil ser um gentleman. Mas mesmo em bons momentos, quantos treinadores falariam assim do principal rival interno?

Bruno Lage é uma lufada de ar fresco neste futebol por vezes asfixiado por palhaçadas extra-futebol.
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Shakhtar: um clube com ideias claras!

Shakhtar: um clube com ideias claras!
O Shakhtar Donetsk é hoje um exemplo de clube que sabe o que quer, com um projecto bem estruturado e que escolhe as pessoas com base no seu perfil de competências. Depois de Paulo Fonseca, escolheu Luís Castro para treinador principal. E para a sua equipa de sub-21 a aposta recaiu em Fernando Valente. Mais do que contratar nomes fortes pelo historial, currículo ou títulos conquistados, o Shakhtar escolhe ideias, culturas de jogo, valores e formas de jogar. A/C de muitos clubes, alguns deles bem maiores.
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2019-08-15

O homem que deu a Supertaça Europeia ao Liverpool

O homem que deu a Supertaça Europeia ao Liverpool
De desempregado e a treinar-se numa equipa dos regionais a herói europeu: a "semana doida" de Adrián
O homem que deu ao Liverpool a Supertaça europeia foi contratado há apenas 10 dias pela ser o número 2 de Alisson. Com a lesão do brasileiro, Adrián, que não tinha clube até a equipa de Anfield lhe telefonar, passou a titular.

A última temporada não foi memorável para Adrián San Miguel. A chegada de Manuel Pellegrini ao West Ham atirou o guarda-redes espanhol para as catacumbas do banco de suplentes, depois de cinco épocas em que havia sido quase sempre aposta a titular na baliza dos londrinos. Em 2018/19 fez apenas cinco jogos, na Taça e Taça da Liga Inglesa.

No final da época, e sem contrato, arrumou as malas e voltou à sua Andaluzia. Enquanto o telemóvel não tocava com propostas que lhe agradassem, o guardião de 32 anos optou por treinar-se num clube das divisões regionais da zona, a Unión Desportiva Pilas, com um técnico particular. Isto tudo era a realidade de Adrián San Miguel há 15 dias.

Até que chegou a tal chamada. Do outro lado, o Liverpool oferecia-lhe o lugar de segundo guarda-redes da equipa, para fazer concorrência a Alisson, brasileiro, um dos mais caros guarda-redes da história do futebol e um dos jogadores decisivos da Champions League ganha na última época pela equipa de Anfield.

Com o mercado em Inglaterra a fechar dia 8 de agosto, a decisão tinha de ser rápida e Adrián, apesar de ter propostas de equipas da 1.ª divisão de Espanha, aceitou o convite do Liverpool. Apresentado a 5 de agosto, o espanhol não imaginaria a semana que se seguiria, até porque não estaria certamente à espera de jogar muito, quanto mais vestir a pele de herói.

Mas como nisto do futebol há sempre muitos imponderáveis, a estreia do Liverpool na Premier League, na sexta-feira passada, ficou marcada não só pela vitória dos reds frente ao Norwich mas também pela insólita lesão de Alisson, que teve de ser retirado de campo em ombros depois de magoar, sozinho, o gémeo da perna direita enquanto chutava uma bola.

E foi assim que a baliza do Liverpool ficou entregue a um rapaz acabado de sair de treinos solitários num relvado de uma equipa da sua terra.

Não só Adrián deu boa conta de si como substituto na Premier League como foi o titular na Supertaça Europeia, que se disputou na quarta-feira, em Istambul. Nas grandes penalidades, defendeu o remate de Tammy Abraham, dando assim mais uma taça europeia ao Liverpool, depois da vitória na Liga dos Campeões a 1 de junho, em Madrid.

Quanto à Unión Desportiva Pilas, a hospitalidade foi recompensada: ainda antes de assinar pelo Liverpool, Adrián ofereceu ao clube um cheque para o clube comprar novos materiais e equipamentos desportivos.
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2019-08-13

Dia Internacional do canhoto

Dia Internacional do canhoto
Hoje é o dia internacional do canhoto!

O canhoto é uma 'espécie' especial. No futebol, há uma longa fileira de canhotos verdadeiramente geniais ao longo dos tempos com nomes tão extraordinários como Rivelino, Puskas, Hagi, Redondo, Savicevic, Rivaldo, Suker, Stoichkov, Raúl, Roberto Carlos, Giggs, Futre, Balakov, Drulovic, David Silva, Bernardo Silva... E por aí fora...

Mas há dois acima dos outros todos: Maradona e Messi. 😍🇦🇷⚽️
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