João Félix é a última pérola saída da escola de formação encarnada do Seixal, mas muitos têm sido os bons exemplos de jogadores de qualidade daí saídos. Desde João Cancelo a Bernardo Silva, passando por André Gomes, Renato Sanches ou Rúben Dias, sem esquecer Ferro, o já falado João Félix, ou mesmo Ivan Cavaleiro, Florentino Luís ou Heriberto.
Dadas as diferenças financeiras existentes entre as equipas portuguesas e as equipas dos principais campeonatos europeus, a aposta na formação como forma de diminuir esse fosso e conseguir, ao mesmo tempo, ser competitivo, devia ser o caminho dos clubes portugueses em geral. Sem pestanejar.
É incompreensível como ainda há equipas que desperdiçam os seus talentos formados dentro de portas, ou porque não apostam neles ou porque os negoceiam ao desbarato. O Benfica é uma das excepções à regra e muito bem.

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